sábado, 7 de janeiro de 2012

Amityville - A Mansão do Diabo

Na noite de 13 de novembro de 1974, Ronald "Butch" DeFeo, de 24 anos, entrou freneticamente pela porta do Henry´s Bar, na pacata cidade de Amityville. Ao chegar ao pequeno bar, Ronald disse que alguém havia alvejado os seus pais. Ele convenceu os frequentadores do estabelecimento a acompanhá-lo de volta a sua casa.
Ao chegarem ao número 112 da Ocean Avenue, depararam-se com uma cena terrível: seis pessoas mortas a tiros, de bruços e com as mãos na cabeça. As seis vítimas foram identificadas como a família de Ronald DeFeo: a sua mãe e o seu pai, Ronald e Louise DeFeo; os seus irmãos, John, de 9 anos e Mark de 12; as suas irmãs, Allison, de 13 anos e Dawn de 18.
Após ser interrogado durante horas pela polícia de Amityville, Ronald DeFeo mudou a sua história inicial, afirmando que a Máfia estaria envolvida nos assassinatos, e por fim confessou ter assassinado a sua família.
No seu julgamento, DeFeo alegou que na noite dos crimes, ele teria ouvido vozes que o obrigaram a cometê-los. DeFeo foi condenado a seis penas de prisão perpétua consecutivas na Penitenciária Greenhaven, em Nova York. A sua liberdade condicional foi negada, em 1999.

No dia 18 de dezembro de 1975, mais de um ano após os assassinatos da família DeFeo, o jovem casal George e Kathy Lutz mudou-se para a casa no número 112 da Ocean Avenue com os seus filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5. Depois de 28 dias, a família Lutz abandonou a casa, alegando que ela era assombrada. A primeira experiência anormal aconteceu quando o casal pediu ao padre e amigo da família, Frank Ralph Pecoraro para que benzesse a casa, enquanto eles realizavam a mudança.
Ao andar pela casa, o padre teria ouvido uma voz grave masculina que dizia: "Saiam daqui!". Após a visita, o padre percebeu que o seu carro começara a apresentar problemas. O capô levantou-se abruptamente, estilhaçando o seu pára-brisa, a porta do passageiro foi aberta, os limpadores de vidro começaram a funcionar sem que ninguém os tivesse acionado e, por fim, o seu carro ficou atolado.
Tempos depois, acontecimentos paranormais semelhantes começaram a acontecer na casa, como portas e janelas que abriam e fechavam abruptamente, vasos sanitários escurecidos, cruxifixos que viravam de cabeça para baixo, enxames de moscas que surgiam sem motivo aparente, e o lodo esverdeado que vertia dos tetos e fechaduras das portas.

Além disso, o Sr. Lutz encontrou um quarto secreto no porão, que não aparecia nas plantas da casa. Esse quarto era pintado de vermelho e cheirava a sangue e ovos podres. Lutz afirmou ter visto um rosto na parede, o qual mais tarde reconheceria como sendo o de Ronald "Butch" DeFeo.
Enquanto moravam na casa, a Sra. Lutz declarou que sentia mãos invisíveis a agarrá-la e que, numa certa manhã, teria acordado coberta de vergões, como se tivesse sido queimada com ferro quente.
O casal declarou ter notado mudanças drásticas na personalidade um do outro e na de seus filhos enquanto viviam na casa. Além disso, a família Lutz afirmou ter visto diversas aparições pela casa, incluindo a de uma pessoa que usava um capuz branco e estava ferida a bala, que assombrava a sala; e a de um porco gigante de olhos vermelhos ofuscantes que aparecia do lado de fora das janelas para espiar o que acontecia dentro da casa.
A pequena Lutz costumava dizer à sua família que o porco era o seu amigo "Jodie".



Foram realizados alguns filmes sobre o incidente.




A famosa casa em Amityville.

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